Saiba o que é Performance Ratio (PR) e entenda a importância do monitoramento da usina solar para garantir o retorno do investimento do seu cliente.

Quando você entrega uma usina solar, o cliente tem apenas uma expectativa: que a economia prometida na proposta se materialize na conta de luz. A homologação solar é o processo que viabiliza essa expectativa, e entender suas etapas é essencial tanto para o integrador quanto para o cliente final.
Neste artigo, explicamos o que é a homologação, por que ela demora, quais são as etapas do processo e como a SolarZ ajuda integradores a gerenciar esse processo com eficiência.
Homologação solar é o processo de aprovação do sistema fotovoltaico pela distribuidora de energia elétrica local para conexão à rede. Sem essa aprovação, o sistema pode até gerar energia, mas não pode injetar o excedente na rede e acumular créditos para compensar o consumo noturno ou em períodos de baixa irradiação.
A base legal é a Resolução Normativa ANEEL 482/2012 e suas atualizações, que estabelecem os critérios para conexão de micro e minigeradoras à rede de distribuição.
A principal queixa dos integradores e clientes sobre a homologação é o prazo. Em algumas concessionárias, o processo pode levar de 30 a 120 dias. As razões são diversas:
O primeiro passo é a elaboração do projeto elétrico pelo engenheiro responsável. O projeto precisa atender às normas técnicas da ABNT e aos requisitos específicos da concessionária local. Cada concessionária tem seu próprio manual de distribuição com requisitos específicos.
Com o projeto elaborado, o integrador submete a solicitação de acesso à rede pelo portal da concessionária. Nessa etapa, é fundamental que toda a documentação esteja correta e completa para evitar devoluções.
Os documentos geralmente exigidos incluem:
A concessionária analisa a solicitação e pode solicitar complementações, exigir adequações no projeto ou no padrão de entrada. Essa etapa é a mais variável em termos de prazo.
Quando a concessionária identifica a necessidade de adequação do padrão de entrada, o integrador precisa executar essa adequação antes da aprovação. Esse custo adicional precisa ser previsto no orçamento original para evitar surpresas.
Com o projeto aprovado e o padrão adequado, a concessionária agenda a troca do medidor bidirecional. A partir desse momento, o sistema está oficialmente homologado e pode injetar energia na rede.
O processo de homologação é longo e tem múltiplos pontos onde erros e atrasos podem ocorrer. A SolarZ oferece um módulo de gestão de projetos especificamente desenvolvido para controlar esse processo.
Com a SolarZ, o integrador pode:
Para o integrador que quer profissionalizar o processo de homologação e reduzir atrasos, a SolarZ oferece as ferramentas necessárias. Conheça os planos e comece hoje.